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A mostrar mensagens de agosto, 2023

Inclusões e tolerância

 O canadiano  Jiggs McDonald, apresentador do Hall of Fame da NHL,  disse no seu programa ao vivo, em Ontário: -"Estou verdadeiramente perplexo que muitos dos meus amigos sejam contra a construção de outra mesquita em Toronto". "Acho que deve ser o objectivo de todo o canadiano ser tolerante, independentemente das suas crenças religiosas…. Assim, a mesquita deve ser permitida, num esforço para promover a tolerância." "É por isso que também proponho que sejam abertas duas discotecas ao lado da mesquita; promovendo assim a tolerância a partir do interior da mesquita. Poderíamos chamar a uma delas, que seria para gays,  The Turban Cowboy,  e à outra, um bar de topless,  “You Mecca Me Hot." "Ao lado deve abrir um talho especializado em carne de porco e, do outro lado, um restaurante de grelhados a céu aberto, chamado “ Iraque das Costelas." Do outro lado da rua, poderia haver uma loja de lingerie, chamada "Victoria Keeps Nothing Secret",  c...

Os novos Torquemadas

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  Ainda noutro dia, alertado por um texto que li algures,  lembro-me do famoso beijo no final da 2 guerra mundial entre um marinheiro e uma enfermeira, captado pela lente de Alfred Eisenstaedt em Times Square a celebrar a rendição do Japão e o fim da 2 guerra mundial. Naquela altura limitou-se a gerar imitações e alguma curiosidade. Hoje o célebre beijo deixou de ser uma manifestação de afecto, uma celebração de paz para se tornar símbolo de uma neo cultura de violação e assédio sexual. Tudo ofende, tudo é perverso. O raciocínio é simples tal como as cabeças destes neo-micro-agredidos: o marinheiro não conhecia a enfermeira e beijou-a sem autorização. Logo, esta malta que fareja proibições, blasfémias e pecados, sempre tão cheia da sua oca importância sugere(exige) castigos, proibicões, regular comportamentos, de acordo com a cartilha  que definiram para todos da "igualdade de género", o racismo, o patriarcado tóxico e demais sortido de disparates avulsos. Já só falta que...

Começos

 Não tenho por hábito passar a escrito a vida. A minha vida. Talvez por preguiça, falta de tempo ou "armazenagem" na memória, prometo sempre a mim mesmo que começarei a escrever aquilo que é ou foi importante para mim ao longo da vida, desde viagens, a política ou mesmo meros pensamentos. Nunca cumpro. "Traio-me" a mim próprio. Mas decidi, sem qualquer tipo de pretenciosismo fazê-lo. Porque a memória já não é o que era, porque alguém poderá gostar ou simplesmente...porque me apetece. Ninguém é obrigado a ler ou a gostar, como é óbvio. Prezo sempre a liberdade individual,a liberdade de escolha e o gosto pessoal. Não me melindro com críticas, desde que educadas ou que me ajudem a ser melhor. Até porque já não tenho idade para me melindrar: resta-me menos tempo de vida do que aquele que já vivi. Quero "perder" tempo com cousas que realmente me interessem. Se lerem, espero que gostem. Ou que, pelo menos, vos divirta. Se não gostarem têm sempre liberdade de pas...